Holofotes
João Bosco
Desde o fim da nossa história
Eu já segui navios
Aviões e holofotes
Pela noite afora.
Me fissuram tantos signos
E selvas, portos, places
Línguas, sexos, olhos
De Amazona que inventei

Dias sem carinho
Só que não me desespero:
Rango alumínio
Ar, pedra, carvão e ferro.
Eu lhe ofereço
Essas coisas que enumero:
Quando fantasio
É quando sou mais sincero.

Eis a Babilônia, amor
E eis Babel aqui
Algo da insônia
Do seu sonho antigo em mim

Eis aqui o meu presente
De navios e aviões
Holofotes noites afora
E fissuras e invenções
Tudo isso é pra queimar-se
Combustível pra se gastar
O carvão, o desespero
O alumínio e o coração
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Último Romântico (Lulu Santos)
A Ilha (Djavan)
Comida (Titãs)
Hey Jude (The Beatles)
Açaí (Djavan)
Nada por Mim (Paula Toller, Herbert Vianna)
Voyage Voyage (Desireless)
Que cést triste venise (Charles Aznavour)
Hand In My Pocket (Alanis Morissette)
Jingle Bells (James Pierpont)
Vento ventania (Biquini cavadão)
Tudo o que Ela Gosta de Escutar (Charlie Brown Jr.)
Punk da Periferia (Gilberto Gil)
Por enquanto (Legião Urbana)
Lanterna dos afogados (Paralamas)
Geni e o Zepelin (Chico Buarque)
Capricho dos deuses (Netinho)
Where Is The Love (Black Eyed Peas)
Ela é carioca (Tom Jobim)
Exagerado (Cazuza)