O Bêbado e a Equilibrista
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel
E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil
Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil
Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
| A pesquisa não obteve resultados, abaixo algumas sugestões |
| (Escolha aleatória) |
| Título - Compositor ou intérprete |
| My immortal (Evanescence)
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| I just call to say I love you (Stevie Wonder)
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| Marina (Dorival Caymmi, Gilberto Gil)
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| Nothing is gonna change my love for you (Michael Masser, Gerry Goffin, George Benson, Glenn Medeiros)
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| Rindo à toa (Fala Mansa)
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| Going under (Evanescence)
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| Time (Pink Floyd)
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| Último Romântico (Lulu Santos)
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| The shadow of your smile (Paul Francis Webster, Johnny Mandel)
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| Olhos Vermelhos (Guilherme Arantes)
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| Sapato velho (Roupa Nova, Paulinho Tapajós, Cláudio Nucci, Mú Carvalho)
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| Ela é carioca (Tom Jobim)
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| Pump up the jam (technotronic)
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| All the way (Frank Sinatra, Jimmy Van Heusen, Sammy Cahn)
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| Chiquitita (Abba)
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| A Dança (Legião Urbana)
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| Sereníssima (Legião Urbana)
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| Por enquanto (Legião Urbana)
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| Pensamento (Cidade Negra)
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| Rei das nações (Jorge Rehder)
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