O mestre sala dos Mares
João Bosco
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Há muito tempo nas águas da Guanabara,
o dragão do mar reapareceu,
na figura de um bravo feiticeiro,
a quem a história não esqueceu

Conhecido como navegante negro,
tinha a dignidadede um mestre-sala.
E ao acenar pelo mar na alegria das regatas,
foi saudado no porto pelas mocinhas francesas,
jovens polacas e por batalhões de mulatas.

Rubras cascatas
jorravam das costas dos santos
entre cantos e chibatas.
Inundando o coração do pessoal do porão
que a exemplo do feiticeiro,
gritava então

Glória aos piratas,
às mulatas,às sereias.
Glória, à farora,
à cachaça, às baleias.

Glória
a todas as lutas e glórias,
que através da nossa história,
não esquecemos jamais.

Salve o navegante negro
que tem por monumento,
as pedras pisadas do cais
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Banho de Cheiro (Elba Ramalho)
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Balada do louco (Rita Lee, Arnaldo Baptista, Mutantes, Ney Matogrosso)
Hino nacional do Brasil (Francisco Manuel da Silva, Joaquim Osório Duque Estrada)
Filho do rei (Arte Oficio)
Feitiço da Vila (Noel Rosa, Vadico)
O tempo não pára (Cazuza)
Is this the end (New edition)
Quem de nós dois (Ana Carolina)
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