O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Cartomante (Ivan Lins, Vitor Martins)
Todas as noites (Capital Inicial)
Era uma vez (Sandy e Júnior)
Tea for two (Vincent Youmans, Irving Caesar, Doris Day, Frank Sinatra)
Listen to your heart (Roxette)
Because Of You (Kelly Clarkson)
Canta, Brasil (David Nasser, Alcir Pires Vermelho)
Tudo bem (Lulu Santos)
Tantas Outras Coisas (Guilherme Kerr, João Alexandre)
O que é que há (Fábio Júnior)
Óculos (Paralamas)
Folhetim (Chico Buarque)
Siga seu rumo (Olvídame y Pega la Vuelta) (Pimpinela)
Ai deu sodade (Domínio Popular)
Para mamãe (Galinha pintadinha, Juliano Prado, Marcos Luporini)
Minha Namorada (Carlos Lyra, Vinícius de Moraes)
Futebol (Skank)
Andréa Doria (Legião Urbana)
Comida (Titãs)
A Whole New World (Alan Menken, Tim Rice)