O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
O mundo anda tão complicado (Legião Urbana)
Ao sentir (Grupo Elo, Jairo Trench Gonçalves)
O Bêbado e a Equilibrista (Aldir Blanc, João Bosco)
Eternal flame (Bangles)
Vento ventania (Biquini cavadão)
Mulheres (Toninho Guedes)
Canto da cidade (Daniela Mercury)
Canta, Brasil (David Nasser, Alcir Pires Vermelho)
I just call to say I love you (Stevie Wonder)
From This Moment On (Shania Twain)
Índios (Legião Urbana)
Desculpe mas eu vou chorar (Leandro e Leonardo)
Marvin (Titãs)
Doce Vampiro (Rita Lee)
Revoluções Por Minuto (RPM)
La bohème (Charles Aznavour)
Lança Perfume (Rita Lee)
Broken Wings (Mr Mister)
Money for nothing (Dire straits)
Em memória de ti (Milad)