Vila do Sossego
Zé Ramalho
Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam
Em seus papiros Papillon já me dizia
Que nas torturas toda carne se trai
Que normalmente, comumente,
fatalmente, felizmente,
Displicentemente o nervo se contrai
Ô, ô, ô, ô, com precisão

Nos aviões que vomitavam pára-quedas
Nas casamatas, caso vivas, caso morras
E nos delírios meus grilos temer
O casamento, o rompimento,
o sacramento, o documento
Como um passatempo quero mais te ver
Ô, ô, ô, ô, com aflição

Meu treponema não é pálido nem viscoso
E os meus gametas se agrupam no meu som
E as querubinas meninas rever
Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço
Chame o ´Padim Ciço´ para me benzer
Ô, ô, ô, ô, com devoção
título ou autor:
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De quem:
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Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Don´t stop dancing (Creed)
Arerê (Ivete Sangalo)
Ideologia (Cazuza)
A luz dos olhos teus (Vinicius de Moraes, Miúcha, Tom Jobim)
Perfeição (Legião Urbana)
De Mais Ninguém (Marisa Monte, Arnaldo Antunes)
Solução (Arte Oficio)
Influência do jazz (Carlos Lyra)
O Bêbado e a Equilibrista (Aldir Blanc, João Bosco)
Dinorah (Ivan Lins, Vitor Martins)
Folhetim (Chico Buarque)
Só tinha de ser com você (Tom Jobim)
Flores (Titãs)
Lembranças (Kátia, Roberto Carlos, Erasmo Carlos)
No fundo do meu coração (Sandy e Júnior)
Saideira (Skank)
Forever by your side (Manhattans)
Amarra o teu arado a uma estrela (Gilberto Gil)
Verdadeiro amor (Arte Oficio)
Milla (Netinho)