O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Canta, Brasil (David Nasser, Alcir Pires Vermelho)
Once upon a long ago (Paul McCartney)
Será (Legião Urbana)
Há tempos (Legião Urbana)
Louras Geladas (RPM)
Coração do Agreste (Fafá de Belém, Moacyr Luz, Aldir Blanc)
vinte e poucos anos (Fábio Júnior)
Meditação (Newton Mendonça, Tom Jobim)
Imagine (John Lennon)
Garota dourada (Rádio Taxi)
Em seu nome (Edilson Botelho, Milad)
Muito Romântico (Caetano Veloso)
Staying Alive (Bee Gees)
Paralelas (Belchior)
Camila (Nenhum de nós)
Borbulhas de amor (Fagner)
Equalize (Pitty)
Raindrops keep falling on my head (Burt Bacharach, Hal David, B.J. Thomas)
Andar com fé (Gilberto Gil)
Quando gira o mundo (Fábio Júnior)