Vila do Sossego
Zé Ramalho
Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam
Em seus papiros Papillon já me dizia
Que nas torturas toda carne se trai
Que normalmente, comumente,
fatalmente, felizmente,
Displicentemente o nervo se contrai
Ô, ô, ô, ô, com precisão

Nos aviões que vomitavam pára-quedas
Nas casamatas, caso vivas, caso morras
E nos delírios meus grilos temer
O casamento, o rompimento,
o sacramento, o documento
Como um passatempo quero mais te ver
Ô, ô, ô, ô, com aflição

Meu treponema não é pálido nem viscoso
E os meus gametas se agrupam no meu som
E as querubinas meninas rever
Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço
Chame o ´Padim Ciço´ para me benzer
Ô, ô, ô, ô, com devoção
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
A pesquisa não obteve resultados, abaixo algumas sugestões
(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Índios (Legião Urbana)
Cristina (Roupa Nova)
Cilada (Grupo Molejo)
Escravo da Alegria (Toquinho, Vinícius de Moraes)
Tudo bem (Lulu Santos)
Scrivimi (Renato Russo)
Transas (Nico Rezende, Paulinho Lima, Ritche)
Será (Legião Urbana)
Candeias (Edu Lobo)
Canção do amor inabalável (Skank)
Ah, como eu amei (Benito Di Paula)
Lilás (Djavan)
Que cést triste venise (Charles Aznavour)
Samba do Grande Amor (Chico Buarque)
Apenas um rapaz latino americano (Belchior)
Teresinha (Chico Buarque)
Gostoso Demais (Dominguinhos, Nando Cordel)
Borbulhas de amor (Fagner)
Cartomante (Ivan Lins, Vitor Martins)
Primavera (Carlos Lyra)