O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Love me please love me (Michel Polnareff, Frank Gerald)
Custe o que custar (Michael Sullivan, Paulo Massadas, Mihail Plopschi, Rosana)
Alívio imediato (Engenheiros do Hawai)
Meninos e meninas (Legião Urbana)
O mestre sala dos Mares (João Bosco)
Beleza Rara (Banda eva)
Me dê motivo (Tim Maia)
Meu Primeiro Amor (Herminio Gimenez)
Trilhos Urbanos (Caetano Veloso)
B.Y.O.B. (System of a Down)
O Barquinho (Roberto Menescal)
Não Ter (Sandy & Junior)
Amarra o teu arado a uma estrela (Gilberto Gil)
Lady In Red (Chris DeBurgh)
Ainda lembro (Marisa Monte)
If (Bread, David Gates)
Sem pecado e sem juízo (Pepeu Gomes, Baby do Brasil)
Estrela primeira (Netinho)
Óculos (Paralamas)
Queixa (Caetano Veloso)