O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Please Mr. Postman (Carpenters)
Rei das nações (Jorge Rehder)
Um a Zero (Pixinguinha)
Imagine (John Lennon)
You´ve Got A Friend (James Taylor)
Ao sentir (Grupo Elo, Jairo Trench Gonçalves)
Tantas Outras Coisas (Guilherme Kerr, João Alexandre)
Ouro de Tolo (Raul Seixas)
Tempo perdido (Legião Urbana)
Midnight Express (Giorgio Moroder)
Vai passar (Francis Hime, Chico Buarque)
Mais uma vez (Jota Quest)
Toda menina baiana (Gilberto Gil)
Sala de reboco (José Marcolino, Luiz Gonzaga, Dominguinhos)
Eye of the tiger (Survivor, Frankie Sullivan, Jim Peterik)
Because you loved me (Celine Dion)
A terceira Lâmina (Zé Ramalho)
Um sonhador (Leandro e Leonardo)
Amigo do sol, amigo da lua (Benito di Paula)
Rádio Pirata (RPM)