Holofotes
João Bosco
Desde o fim da nossa história
Eu já segui navios
Aviões e holofotes
Pela noite afora.
Me fissuram tantos signos
E selvas, portos, places
Línguas, sexos, olhos
De Amazona que inventei

Dias sem carinho
Só que não me desespero:
Rango alumínio
Ar, pedra, carvão e ferro.
Eu lhe ofereço
Essas coisas que enumero:
Quando fantasio
É quando sou mais sincero.

Eis a Babilônia, amor
E eis Babel aqui
Algo da insônia
Do seu sonho antigo em mim

Eis aqui o meu presente
De navios e aviões
Holofotes noites afora
E fissuras e invenções
Tudo isso é pra queimar-se
Combustível pra se gastar
O carvão, o desespero
O alumínio e o coração
título ou autor:
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De quem:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Canteiros (Fagner)
mais uma de amor (Blitz)
Midnight Express (Giorgio Moroder)
Doce Vampiro (Rita Lee)
Minha oração (Arte Ofício, Luiz Cláudio de Albuquerque)
I wonder (Lasgo)
Planeta Sonho (Flávio Venturini)
Ovelha Negra (Rita Lee)
Não deixe o samba morrer (Alcione)
A Whole New World (Alan Menken, Tim Rice)
Jardins da Babilônia (Rita Lee)
Coisa Mais Linda (Carlos Lyra, Vinícius de Moraes)
Outras Palavras (Caetano Veloso)
Zephyr Song (Red Hot Chili Peppers)
Corsário (João Bosco, Aldir Blanc)
I just call to say I love you (Stevie Wonder)
Heaven (Bryan Adams, Jim Vallance)
Tudo que vai (Capital Inicial)
Todas as noites (Capital Inicial)
Ideologia (Cazuza)