O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Hey Jude (The Beatles)
Regra três (Toquinho, Vinícius de Moraes)
Spanish eyes (Madonna, Patrick Leonard)
Todas as noites (Capital Inicial)
The power of love (Celine Dion)
Fio de Cabelo (Chitãozinho e Xororó)
Vou deixar (Skank)
My love (Paul McCartney)
Um sonhador (Leandro e Leonardo)
Verde (Eduardo Gudin, J.C. Costa Neto, Leila Pinheiro)
My immortal (Evanescence)
Wish You Were Here (Bee gees)
Bola de Meia, Bola de Gude (Fernando Brant, Milton Nascimento)
New York, New York (Frank Sinatra)
Pessoa (Dalto, Cláudio Rabello)
Carinhoso (Pixinguinha, João de Barro)
Punk da Periferia (Gilberto Gil)
Zephyr Song (Red Hot Chili Peppers)
Cotidiano (Chico Buarque)
Novo tempo (Ivan Lins, Vitor Martins)