O Bêbado e a Equilibrista
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel
E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil
Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil
Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
| A pesquisa não obteve resultados, abaixo algumas sugestões |
| (Escolha aleatória) |
| Título - Compositor ou intérprete |
| Maior abandonado (Cazuza)
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| Loving you (Minnie Riperton, Richard Rudolph)
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| Eye of the tiger (Survivor, Frankie Sullivan, Jim Peterik)
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| Chovendo na roseira (Tom Jobim)
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| Last night (Diddy, Keyshia Cole)
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| Custe o que custar (Roberto Carlos)
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| Lembranças (Kátia, Roberto Carlos, Erasmo Carlos)
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| Time (Pink Floyd)
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| Forever Young (Alphaville)
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| Quando (Roberto Carlos)
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| Più o Meno (Renato Russo)
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| Alone Again (Gilbert O'Sullivan)
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| Hunting High And Low (A-ha, Paul Waaktaar-Savoy, Randy Newman)
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| É (Gonzaguinha)
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| Nikita (Elton John, Bernie Taupin)
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| Vem, meu amor (Ivete Sangalo)
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| Anunciação (Alceu Valença)
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| Sailing (n´sync)
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| Wave (Tom Jobim)
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| Todo Azul do Mar (Flávio Venturini)
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