Holofotes
João Bosco
Desde o fim da nossa história
Eu já segui navios
Aviões e holofotes
Pela noite afora.
Me fissuram tantos signos
E selvas, portos, places
Línguas, sexos, olhos
De Amazona que inventei

Dias sem carinho
Só que não me desespero:
Rango alumínio
Ar, pedra, carvão e ferro.
Eu lhe ofereço
Essas coisas que enumero:
Quando fantasio
É quando sou mais sincero.

Eis a Babilônia, amor
E eis Babel aqui
Algo da insônia
Do seu sonho antigo em mim

Eis aqui o meu presente
De navios e aviões
Holofotes noites afora
E fissuras e invenções
Tudo isso é pra queimar-se
Combustível pra se gastar
O carvão, o desespero
O alumínio e o coração
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Pessoa (Dalto, Cláudio Rabello)
Canibal (Ivete Sangalo)
Canta, Brasil (David Nasser, Alcir Pires Vermelho)
Fernando (Abba)
Arerê (Ivete Sangalo)
Pescador de ilusões (O Rappa)
Frisson (Tunai)
Lilás (Djavan)
O que Será? (À Flor da Terra) (Chico Buarque)
Me chama (Lobão)
Nada por Mim (Paula Toller, Herbert Vianna)
Conversa de botequim (Noel Rosa)
Ela é carioca (Tom Jobim)
Por isso reina (Guilherme Kerr e Jorge Camargo)
O morro não tem vez (Tom Jobim)
Futebol (Skank)
Tantas Outras Coisas (Guilherme Kerr, João Alexandre)
Amarra o teu arado a uma estrela (Gilberto Gil)
Foi por Esse Amor (Chiclete com banana)
Chão de Giz (Zé Ramalho)