Corsário
João Bosco, Aldir Blanc
Fiz ranger as folhas de jornal
Abrindo-lhes as pálpebras piscantes
E logo de cada fronteira distante
Subiu um cheiro de pólvora
Perseguindo-me até em casa
Nesses últimos vinte anos
Nada de novo há no rugir das tempestades
Não estamos alegres, é certo
Mas porque razão haveríamos de ficar tristes?
O mar da história é agitado.
As ameaças e as guerras
Havemos de atravessá-las, rompê-las ao meio
Cortando-as como uma quilha corta as ondas
(Poema de: Maiakovski/ Tradução: Emilio Carrera Guerra)

Meu coração tropical está coberto de neve
Mas ferve em seu cofre gelado
A voz vibra e a mão escreve mar

Bendita lâmina grave que fere a parede
E traz as febres loucas e breves
Que mancham o silêncio e o cais

Roseirais, Nova Granada de Espanha
Por você, eu, teu corsário preso
Vou partir a geleira azul da solidão
E buscar a mão do mar
Me arrastar até o mar
Procurar o mar

Mesmo que eu mande em garrafas
Mensagens por todo o mar
Meu coração tropical partirá esse gelo e irá
Como as garrafas de náufragos e as rosas partindo o ar
Nova Granada de Espanha e as rosas partindo o ar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
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Com solo de piano?:
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(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Retrato em Branco e Preto (Tom Jobim, Chico Buarque)
Codinome Beija-Flor (Luiz Melodia)
O Barquinho (Roberto Menescal)
Aventura (Eduardo Dussek, Luiz Carlos Góes)
Rei das nações (Jorge Rehder)
Rindo à toa (Fala Mansa)
Azul (Djavan, Gal Costa)
Eu Era Um Lobisomem Juvenil (Legião Urbana)
Eu queria ter uma bomba (Cazuza)
Minha alma (O rappa)
Olê, Olá (Chico Buarque)
Knife (Rockwell)
Forever by your side (Manhattans)
Não vou ficar (Tim Maia)
A tristeza é senhora (Caetano Veloso)
Coração do Agreste (Fafá de Belém, Moacyr Luz, Aldir Blanc)
Dança da solidão (Paulinho da Viola)
O que é o que é (Gonzaguinha)
O Princípio do prazer (Geraldo Azevedo)
Pare (Zeze di Camargo e Luciano)