Sede dos Marujos
Se amavam com a sede dos marujos
lavando os olhos sujos
de mar e de embarcações
Se devoravam com a fome dos presídios
Com a festa dos sentidos
guardados em seus pulmões
O amor cheio de gula
Desvairado e febril
como a gente nunca viu
O amor cheio de fúria
tão selvagem que por mim
condenava não ter fim
Se adoravam
mas tanto, tanto, tanto
que eu já não me espanto
de um dia te amar assim.
| A pesquisa não obteve resultados, abaixo algumas sugestões |
| (Escolha aleatória) |
| Título - Compositor ou intérprete |
| Ue wo muite arukou (Sukiyaki Sakamoto Kyu, Hachidai Nakamura)
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| Bridge over trouble water (Paul Simon, Garfunkel)
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| Un Homme Et Une Femme (Mireille Mathieu, Francis Lai)
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| Tigresa (Caetano Veloso)
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| Canção da América (Milton Nascimento, Fernando Brant)
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| Camila (Nenhum de nós)
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| All the things you are (Jerome Kern)
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| Lettera (Renato russo)
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| Bandolins (Oswaldo Montenegro)
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| Otherside (Red Hot Chili Peppers)
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| Human Nature (Michael Jackson, John Bettis, Steve Porcaro)
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| Na moral (Jota Quest)
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| Luzes da Ribalta (Charlie Chaplin, Geoffrey Parsons)
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| Feira de mangaio (Sivuca, Clara Nunes)
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| Nós e o mar (Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli)
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| De todas as tribos (Guilherme Kerr, Jorge Camargo)
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| Money for nothing (Dire straits)
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| Quem te viu, quem te vê (Chico Buarque)
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| Against All Odds (Take a Look at me Now) (Phil Collins)
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| Cotidiano (Chico Buarque)
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