O Bêbado e a Equilibrista
Aldir Blanc, João Bosco
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel

E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil

Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil

Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
A pesquisa não obteve resultados, abaixo algumas sugestões
(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Holofotes (João Bosco)
Piston da Gafieira (Billy Blanco)
Verde (Eduardo Gudin, J.C. Costa Neto, Leila Pinheiro)
Lately (Stevie Wonder, Ronaldo Bastos, Gal Costa)
Angra dos Reis (Legião Urbana)
Beleza Rara (Banda eva)
Retrato em Branco e Preto (Tom Jobim, Chico Buarque)
Autumn leaves (Joseph Kosma, Jacques Prévert, Jonny Mercer)
Caminhos do sol (Herman Torres, Salgado Maranhão, Zizi Possi, Yahoo)
Just lose it (Eminem)
Sede dos Marujos (Ivan Lins)
My love (Paul McCartney)
De Mais Ninguém (Marisa Monte, Arnaldo Antunes)
É o Amor (Zezé di Camargo)
Como dois animais (Alceu Valença)
Voo de coração (Ritche)
A novidade (Paralamas)
Zephyr Song (Red Hot Chili Peppers)
Pecado capital (Paulinho da Viola)
Sereníssima (Legião Urbana)