O Bêbado e a Equilibrista
Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto me lembrou Carlitos
A lua, tal qual a dona do bordel
Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel
E nuvens, lá no mata-borrão do céu
Chupavam manchas torturadas, que sufoco
Louco, o bêbado com chapéu-coco
Fazia irreverências mil pra noite do Brasil, meu Brasil
Que sonha com a volta do irmão do Henfil
Com tanta gente que partiu num rabo-de-foguete
Chora a nossa pátria, mãe gentil
Choram Marias e Clarisses no solo do Brasil
Mas sei, que uma dor assim pungente
Não há de ser inutilmente, a esperança
Dança na corda bamba de sombrinha
E em cada passo dessa linha pode se machucar
Azar, a esperança equilibrista
Sabe que o show de todo artista tem que continuar
| A pesquisa não obteve resultados, abaixo algumas sugestões |
| (Escolha aleatória) |
| Título - Compositor ou intérprete |
| Loucas horas (Guilherme Arantes)
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| Quando chove (Pino Daniele, Nelson Motta, Patricia Marx)
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| Run like hell (Pink Floyd)
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| Codinome Beija-Flor (Luiz Melodia)
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| Zephyr Song (Red Hot Chili Peppers)
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| In the End (Linkin Park)
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| Ao que vai chegar (Toquinho, Mutinho)
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| Chovendo na roseira (Tom Jobim)
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| Faz parte do meu show (Cazuza, Renato Ladeira)
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| Estrela primeira (Netinho)
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| Música suave (Roberto Carlos, Erasmo Carlos)
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| Love me please love me (Michel Polnareff, Frank Gerald)
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| Um amor de verão (Rádio Taxi)
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| Música urbana II (Legião Urbana)
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| Stella by starlight (Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Ned Washington, Victor Young)
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| No more lonely nights (Paul McCartney)
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| Metal contra as nuvens (Legião Urbana)
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| Transas (Nico Rezende, Paulinho Lima, Ritche)
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| Smile (Charles Chaplin)
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| Outono (Djavan)
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