Vila do Sossego
Zé Ramalho
Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam
Em seus papiros Papillon já me dizia
Que nas torturas toda carne se trai
Que normalmente, comumente,
fatalmente, felizmente,
Displicentemente o nervo se contrai
Ô, ô, ô, ô, com precisão

Nos aviões que vomitavam pára-quedas
Nas casamatas, caso vivas, caso morras
E nos delírios meus grilos temer
O casamento, o rompimento,
o sacramento, o documento
Como um passatempo quero mais te ver
Ô, ô, ô, ô, com aflição

Meu treponema não é pálido nem viscoso
E os meus gametas se agrupam no meu som
E as querubinas meninas rever
Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço
Chame o ´Padim Ciço´ para me benzer
Ô, ô, ô, ô, com devoção
título ou autor:
Trecho da letra:
De quem:
Nacionalidade:
Com solo de piano?:
(Escolha aleatória)
Título - Compositor ou intérprete
Greatest love of all (Whitney Houston)
Sem pecado e sem juízo (Pepeu Gomes, Baby do Brasil)
Insensível (Titãs)
Pare e pense (Arte Oficio)
Hit the road (Ray Charles, Percy Mayfield, Margie Hendricks)
Criador (Arte Oficio)
Pedacinhos (Guilherme Arantes)
É Hoje (Didi, Mestrinho)
Cavalgada (Roberto Carlos, Erasmo Carlos)
Bicho de sete cabeças (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho)
Meditação (Newton Mendonça, Tom Jobim)
My way (Frank Sinatra)
Dois Rios (Skank)
Pais e filhos (Legião Urbana)
Angra dos Reis (Legião Urbana)
Please don't go (KC The Sunshine Band)
Samurai (Djavan)
Folhetim (Chico Buarque)
A novidade (Paralamas)
Qual é (Marcelo D2)